Discusão sobre revitalização do Centro Histórico

Discusão sobre revitalização do Centro Histórico  Em mais uma agenda de diálogo com a iniciativa privada, o governador Flávio Dino reuniu-se com o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e do Sindicato da Construção Civil no Maranhão (Sinduscon) para discutir pautas de desenvolvimento para o estado. Na oportunidade, o governador apresentou como prioridades para o Maranhão a continuidade de programas habitacionais, a revitalização do Centro Histórico de São Luís e a dinamização da cadeia da indústria da construção civil maranhense.

Flávio Dino reafirmou que, junto ao Governo Federal e acrescido de um esforço estadual para contribuir na promoção de qualidade de vida aos maranhenses, o programa será prioritário ao estado. É neste bojo que as empresas privadas responsáveis pela construção dos empreendimentos em benefício da população são convidadas a realizar obras de qualidade e também utilizar os produtos da indústria maranhense na condução das obras.

Segundo o diretor do Sinduscon, Osvaldino Martins Pinho, cerca de 72% dos insumos da construção no Maranhão vêm de fora do estado. O governador afirmou que o Maranhão se esforçará para promover a inclusão das indústrias maranhenses no ciclo de fornecedores da construção, com o intuito de aquecer a economia local, com foco nas pequenas e médias empresas.

A possibilidade de realização de parceria entre Governo do Estado, Prefeitura de São Luís e empresas da construção civil para revitalizar os casarões do Centro Histórico também foi amplamente debatida na reunião. O assunto foi discutido com os presidentes da Cbic, José Carlos Martins; do Sinduscon, Fábio Nahuz; e da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez; com os secretários Simplício Araújo e Clayton Noleto.

Às empresas caberá desenvolver o projeto de recuperação e requalificação dos espaços urbanos, conforme sugeriu o presidente da Cbic. O Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís concordaram em conhecer o projeto e dar a contrapartida necessária para que a região volte a ser utilizada pela população, com moradias, comércio e programação cultural.

 

Edição: Veja Timon

Fonte: Ascom

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