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Timonense ” Zé Bracin ” é destaque no Profissão Reportar da TV Globo


Zé Bracin foi destaque no programa Conexão Repórter da TV Globo



Timonense " Zé Bracin " é destaque no Profissão Reportar da TV Globo
Timonense “Zé Bracin” foi destaque no Profissão Repórter da TV Globo.
  Zé Bracin foi um dos destaques do programa Profissão Repórter da TV Globo, o programa passou a nivél nacional  na última quinta-feira (27/09) que abordou as histórias de pessoas que no Brasil buscam notícias ou que sonham com o reencontro com parentes desaparecidos. Entre vários casos retratados pelo programa, o drama do aposentado timonense José Ribamar Rodrigues, conhecido pelos timonenses como “Zé Bracin”, por conta de não ter um dos membros perdido quando servia ao exército.

O timonenses já percorreu 13 estados seguindo pistas de pessoas que acreditavam ter visto seu filho Cleílson.

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Na narrativa da repórter Nathalia Tavolieri, José Ribamar Rodrigues saiu do interior do Maranhão para procurar o filho. Ele leva pendurado no pescoço uma placa com a foto de Cleilton e vários números de telefone: “Ele foi com uma tia passar uns dias na casa de um outro filho meu, em Guariba, no estado de São Paulo. Na hora de vir embora, ele quis ficar na intenção de trabalhar, mas dias depois ele sentiu muita saudade. Como ele tinha esquizofrenia, ele caiu numa depressão e fugiu da casa do irmão”.

A última informação sobre Cleilton é que ele passou pela Rodoviária do Tietê, em São Paulo, em 19 de março de 2016. José já recebeu diversas mensagens de todo o país com possíveis informações do filho e resolveu colocar o pé na estrada. Ele percorreu 13 estados em 11 meses e não conseguiu encontrá-lo. “Depois que ele foi embora, mudou tudo. Aqui é só tristeza, ninguém tem alegria. Estamos vivendo por viver. A esperança de encontrá-lo não morre não”, lamenta o pai.

A última viagem de José foi para São Paulo, porque recebeu uma mensagem de uma mulher dizendo que viu Cleilton na Zona Leste da cidade.

José registrou 13 boletins de ocorrência, um para cada estado que procurou o filho: “Nas delegacias que fui dizem que não podem ajudar, que não podem fazer nada, que isso fica a critério do pai, porque pessoa desaparecida não é crime. Então, a Polícia Civil é para investigar e não para procurar. Ouvi muito isso”.

(Em breve postaremos o vídeo da matéria)

 

Edição: Veja Timon

Via: Reprodução/Blog do Ribinha

Imagens: TV Globo

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