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As pesquisas, os candidatos e as incertezas das eleições deste ano para prefeito

As abordagens em tempo de conoravírus tem luta do poder pelo poder: morra quem morrer

A Globo e a Folha de São Paulo, adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro, escolherem o coronavírus, isso mesmo, como vetor principal para a avaliar a gestão presidencial e compará-la com as dos governadores nos estados como forma de fincar a bandeira Dória presidente.

Embora a eleição aconteça somente em 2022, não é de hoje que os dois veículos se utilizam deste tipo de argumento para jogar para a população o despreparo de Bolsonaro na presidência, quem acompanha os noticiários dos dois veículos sabe do que estamos falando.

Os dois veículos, esta semana, lançaram pesquisas de opinião que avaliam como ruim o desempenho do presidente no enfrentamento ao coronavírus, avaliando também como boa e regular as ações do Ministro da Saúde Henrique Mandeta, como se o auxiliar de Bolsonaro estivesse fora da equipe que foi nomeada por Bolsonaro para cuidar da Saúde do brasileiro. A boa avaliação do ministro é proposital, e as pesquisas têm como grande intuito de influenciar eleitor na disputa em 2022 e jogar o presidente contra o ministro, respectivamente.

Essas questão levantadas evidenciam a disputa de 2022, para o cargo de presidente com centralização e, as eleições municipais, o que está acontecendo nos municípios com a questões lançadas esta semana sobre o pleito de 2020?

O ministro Henrique Mandeta entende que o melhor é adiar o processo eleitoral que ainda está previsto para acontecer em outubro deste ano, mas já existem propostas de adiamento e até prolongamento dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores até 2022. O ministro entende e assinala que as eleições municipais não podem ser realizadas em outubro por conta das medidas para evitar aglomerações e contágios do vírus.

Por isso, candidatos, nos municípios, estão com pressa de resolver logo a parada este ano.

Se a eleição fosse hoje, em quem você votaria? Diz a primeira pergunta dos cabeçalhos dos institutos nas pesquisas eleitorais de intenção de votos junto ao eleitorado. Podemos mudar, como a Globo a pergunta: Em tempos de coronavírus, em quem o senhor votaria hoje? Ou então: Se as eleição não forem agora, em quem você votaria na sua cidade.

Lançar pesquisas para influenciar o eleitor em pleno período de enfrentamento ao coronavírus parece não ser o jornalismo politicamente correto pela Globo e Folha de São Paulo e ao que parece, no modo geral, quem se utiliza desse mesmo argumento, deixando de lado o momento em que vivemos para influenciar o voto, no período em que, o eleitor, nesse momento, não está preocupado em quem votar, mas sim com as medidas adotadas pelo poder publico para evitar o contágio e que de uma forma ou de outra acaba com o emprego e renda dos milhões que vivem na formalidade ou informalidade, além de restringir tudo na no cotidiano das pessoas colocando-os em quarentena ou isolamento social, não pode ser atitude de quem um dia pretende governar uma cidade. Está mais para a luta incessante e descarada do poder pelo poder, doa a quem doer ou morra quem morrer.

 

 

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