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Audiência Pública, hoje na Câmara, discute situação dos mercados públicos de Timon

A pedido dos feirantes, a audiência discutirá todo a problemática dentro e fora dos mercados

Socorro propõem audiência sobre situação dos mercados em Timon

Com uma propositura apresentada pela vereadora Professora Socorro Waquim, MDB, a Câmara de Timon realiza hoje, logo mais a partir das 9hs, audiência pública para discutir a situação e problemática dos três principais Mercados Públicos de Timon para a comercialização de produtores como hortifrutis, carnes, verduras e outros.

A audiência, segundo a vereadora, foi solicitada pelos feirantes lotados dentro de boxes na Ceasa, Mercados Velho Graça, Parque Alvorada e Mercado da Formosa, mas a Socorro Waquim propõe uma discussão mais ampla, para também discutir  a situação daqueles que comercializam seus produtos fora dos mercados, em condições insalubres e de até falta de higiene, mas que são pessoas, pais e mães de famílias que precisam de uma alternativa para sobreviver com a venda dos produtos nas ruas.

Um dos exemplos mais clássicos desta  problemática e que deve ser abordada na audiência de hoje é a situação dos feirantes do Mercado Velho Graça. Construído em 2012 e inaugura ainda na gestão da ex-prefeita  Socorro Waquim, o mercado ainda não cumpriu sua função como grande centro de comercialização de produtos do bairro.

Uma feira instalada do lado de fora do mercado na Avenida Jerônimo Silva é apontada  com a causa da procura pelos produtos comercializados dentro do mercado. Os permissionários dos boxes do mercado se queixam que a feira atrai os compradores e prejudica aqueles que estão dentro do mercado.

Em 2014, após várias reuniões entre os feirantes e permissionários, o Ministério Público promoveu um Termo de Ajuste de Conduta, em que estabelecia as necessidades dos feirantes deixarem o “meio da rua” e se estabelecerem dentro do mercado.

Aos feirantes foi feita a exigência de que, assim que a prefeitura providenciasse as melhorias no Mercado Velho Graça, os feirantes deixariam a rua para se instalarem no mercado. De lá para cá são 5 anos passados sem que a prefeitura tenha providenciado o que foi acordado no TAC e problema persiste até hoje.

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