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Com eleição numericamente perdida, G-9 arma estratégia para bagunçar e desmobilizar G-12

Dois nomes do G-12 já foram convidados para compor na cabeça de chapa no G-9

Quem sentará na cadeira de presidente a partir de 2019: Helber ou Celso, ou outro?

Por mais que seja uma brincadeira o fato de o G-9, -grupo de vereadores da base do governo-, estar convidando integrantes do G-12 para ser candidato a presidente da chapa governista, a questão é mais séria do que se imagina e além de ser uma descortesia com o candidato Celso Tacoani (PCdoB) soa como desespero de quem está à beira de uma eleição

Socorro foi convidada para ser presidente: tudo brincadeira

sem votos para vencê-la.

Quem admitiu o tom de brincadeira no convite para integrantes do G-12 presidir a chapa governista foi o presidente da Câmara Uilma Resende, que rebatendo discurso da vereadora Cláudia Regina (PMB) dissera na última quarta-feira, que durante a solenidade de implantação da Estação da Juventude no gabinete do prefeito, quando na oportunidade estava presente a vereadora do MDB, o convite teria sido feito à Socorro Waquim em tom de brincadeira. Socorro recusou o convite e afirmou que seu candidato seria Helber Guimarães.

É claro que os vereadores do G-12 entendem que essa é uma estratégia governista para tentar desmobilizar o grupo de oposição que está com a “mão na taça”, ou melhor, que tem os trunfos de 12 vereadores para ganhar a eleição da Mesa, em data definida pelo presidente da Casa para acontecer no dia 20 próximo.

Mas ao ser informado de que outro vereador do G-12 foi convidado esta semana para compor a chapa governista como presidente, no caso o convite teria sido feito ao vereador Francisco Torres (MDB), que tentou, inclusive uma articulação dentro do grupo sem sucesso, persuadido pelo primeiro vereador com quem ele conversara nesta semana, o fato agora ganha proporções diferentes.

Por isso, existe, inclusive quem duvide que o prefeito Luciano Leitoa não será capaz de envidar qualquer esforço para “convencer” voto dos adversários na chapa governista.

Num grupo de whatsapp, por exemplo, a diretora do Caism Mazé Almeida escreveu: “pensando aqui (carinha de pensador) certa vez iria ter uma votação na Câmara de Vereadores na gestão de um prefeito e tinha uma fila de vereadores no corredor de depto (carinha fingindo que não viu) eu entrei na sala errada e vi uma cena ridícula (carinha de boca fechada) tenho certeza que o prefeito Luciano Leitoa não vai tirar dinheiro que pode ajudar nossa cidade para comprar peças de um tabuleiro de meio dia”.

Por outro lado, as fofocas são grandes em torno de certa viagem que seria realizada esta semana para serra em cidade do interior onde os passageiros seriam 10 edis. Hipoteticamente, o número dos vereadores da base do governo mais um que seria do G-12, que estavam de malas prontas para selar acordo no friozinho das serras cearenses  e tudo foi descoberto previamente e viagem cancelada na porta do buzão.

Mas embora a eleição esteja definida como diz o vereador Tuá (PMN) que anuncia matematicamente que 9 não vence 12, as eleições das mesas diretoras das Câmaras Municipais país adentro, devem ser consideradas como final de campeonato quando só se levanta a taça no final do jogo, por isso, antes do apito  final não é bom que simpatizantes e ou até vereadores que compõem o G-12 cantem vitória antes do tempo e até preterir vereadores que hoje estão no grupo com achincalhes, deboches e ações para denegrir a imagem de qualquer edil do grupo.

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