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Família de adolescente agredido em escola de Timon clama pela ajuda do prefeito Luciano Leitoa

O prefeito mora próximo à residencia da família, mas até hoje não foi visitá-la

O adolescente JSS, de 15 anos, agredido por outro aluno dentro de uma escola pública do município de Timon e sua família vivem momentos de angústia, tristeza, privações e de necessidades e a Prefeitura de Timon que enviou assistente social à sua casa após sua internação no HUT, em Teresina, praticamente abandonou a família. A casa teve a luz cortada e o prefeito nunca apareceu para fazer uma visita. Veja a entrevista com Dona Francisca, mãe de JSS.

JSS, segundo a mãe, dona Francisca, em entrevista ao blogdoribinha, disse que os médicos afirmaram que o adolescente perdeu a visão em um dos olhos e luta para recuperar os movimentos das pernas devido a violenta e brutal agressão que sofreu dentro da sala de aula e na frente da professora. Ele também não está  falando. A diretora do escola, ao invés de comunicar à família sobre ocorrido, segundo informações da mãe lavou a cabeça do menino e mandou-o para casa, onde ele desmaiou e foi internado desde o dia 29 de agosto.

JSS ficou numa UTI e agora esta numa enfermaria no HUT e os médicos informaram à família que ele não poderá mais ficar lá por 30 dias e família teme por sua saúde.

O prefeito Luciano Leitoa mora na Avenida Teresina e a família do adolescente na Vila João Reis, menos de 500 metros separam as duas residências, mas o prefeito sequer foi visitar a família. Hoje a única assistência que eles estão recebendo é a visita da assistente social Maria José, diretora do Caim e um veículo que leva os pais ao HUT em Teresina. Durante o dia o pai Seu Dico, passa o dia com o filho à noite é a mãe Dona Francisca que fica no hospital, a família por conta da internação do filho passa por necessidades, a energia da casa foi cortada e o pai que garante o sustento da família está sem trabalhar.

A imprensa oficial do prefeito Luciano Leitoa divulgou que o estado do adolescente é de melhoras, mas nessas condições e sem assistência do poder público, a criança e a família não tem perspectivas de que Josué se recupere da violenta agressão que sofreu.

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