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Ferida aberta entre MP e Legislativo de Timon está cicatrizada. Presidente da AMPEM prega harmonia

Em entrevista coletiva, o presidente da entidade hipotecou apoio ao promotor Antonio Borges

Presidente da Ampem, Tarcísio, promotor Fernando Berniz e o presidente da Câmara Helber Guimarães

As escaramuças criadas entre o Ministério Público e o Legislativo Municipal em Timon estão sanadas e feridas abertas por conta do pronunciamento do vereador Ramon Júnior (PP), durante o ardoroso polêmico processo de votação do orçamento 2019 e eleição da Mesa Diretora, quando o edil progressista desancou críticas à atuação do promotor Antonio Borges, estão saradas.

Hoje, 24, na sede do MP, durante entrevista coletiva com o presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão -AMPEM Tarcísio Bonfim, todas as dúvidas, se que ainda existiam sobre a normalidade entre as relações dos dois órgãos  foram dirimidas e o representante da entidade fez questão de responder às perguntas sobre o assunto e outros relevantes e inerentes a atuação dos promotores em sua comarcas.

O presidente da Câmara, Helber Guimarães acompanhou a entrevista ao lado dos promotores e sua presença reforçou a harmonia entre os poderes. “Estamos aqui representando, não só o vereador Ramon Júnior, mas todos os 21 vereadores da Casa. Sabemos do papel importante do Ministério Público, principalmente do promotor Antonio Borges, da Promotoria da Saúde, e queremos também fazer nossa parte naquela casa, disse Hleber Guimarães.

Tarcísio Bonfim respondendo pergunta deste jornalista disse que: “essa questão que o senhor registou, a associação do Ministério Público do Maranhão, de forma protocolar presta esclarecimentos de fatos conforme o senhor disse como fato polêmico. A associação ela presta esclarecimentos e se posiciona. Esse caso que o senhor citou, senhor Ribinha, ele já está superado, porque os dias que se seguiram, tanto o senhor vereador quanto os outros integrantes retomaram o diálogo e a questão foi superado, houve a retratação de quem de direito, então e a situação está consolidada e as relações entre as instituições e os poderes ela continua como deve ser e como sempre foi. Mantido o diálogo, respeito e a harmonia entre as instituições até porque, as pessoas precisam estar harmonizadas e dialogando para trabalhar a quem de direito que é a sociedade”, disse.

Veja trecho da entrevista coletiva: (Clique)

 

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