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Luciano Leitoa se apequenou na TV e fala da perseguição ao vereador Kaká e sua mãe

Luciano mais uma vez tenta explicar sobre perseguição ao vereador

O prefeito Luciano Leitoa, de Timon, se apequenou diante do momento em que ele mesmo diz a cidade estar vivendo com assinatura da ordem de serviço da reforma de 7 milhões de reais da Ceasa de Timon, e levou para a TV as crises que seu governo tem provocado na Câmara e com efeito nas eleições deste ano e prejuízos para a candidatura de seu primo Rafael Leitoa, que tenta pela primeira vez se eleger deputado no Maranhão.

O prefeito tentou explicar mais uma vez o episódio ocorrido entre ele a mãe do vereador Kaká do Frigosá de seu partido, que disse na Tribuna que sua genitora vem sendo perseguida por Luciano Leitoa e seu pai Chico Leitoa após sua declaração de voto ao candidato a presidente da Câmara Helber Guimarães.

A mãe do vereador, de 74 anos, foi exonerada do cargo de Agente de Saúde, que exercia na comunidade onde mora, no 89. Segundo o prefeito, a mãe do vereador era aposentada pela prefeitura e pelo INSS e numa visita do Ministério Público que fez a localidade detectou que a mãe do vereador não estava no ambiente de trabalho, por isso, segundo o prefeito Luciano Leitoa, recomendou a sua exoneração do cargo. O prefeito só não esclareceu porque a mãe do vereador permaneceu no cargo mesmo após a recomendação do MP que é de 2016 e que somente agora, após o vereador tomar a decisão de votar contrariamente à base do prefeito na Câmara, a exoneração autorizada por ele.

O prefeito também tentou se vitimar de um discurso vereador Kaká do Frigosá, proferido na Câmara, no qual o vereador afirma que o prefeito “um dia tem que sair da prefeitura”. O discurso do vereador ganhou a solidariedade de quase todos os vereadores da base do governo, inclusive do líder do prefeito, José Carlos Assunção (PDB), que hipotecou seu apoio a Kaká e não fez qualquer defesa do prefeito por entender que o discurso do vereador tivesse tom de ameaças.

Mesmo assim, o prefeito disse que está precavido e que já pediu sua assessoria jurídica para que adote as providências no sentido de lhe resguardar haja vista que em 2013 ele sofrera um atentado, até hoje em circunstâncias não esclarecidas pela Polícia e nem pelo prefeito.

A entrevista foi concedida à TV Antena 10, em Teresina.

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