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Professor Sétimo, do marco zero ao sonho concreto de pavimentação da BR-226 e construção do contorno rodoviário

"A construção da BR-226 não é minha, não é de ninguém, é do povo e me sinto tão prestigiado quanto ele", diz o Professor

Esta semana a empresa licitada iniciou a obra de construção do contorno rodoviário e pavimentação da BR-226 a partir de Timon. A empresa já concluiu cerca de 25 kilômetros na parte final dos 100 kilômetros de Presidente Dutra ao Baú, portanto, o início das obras em Timon parece ser o marco zero do sonho maranhense.

Ontem o Professor Sétimo esteve na BR-226 onde disse ao blogdoribinha que “a construção da BR-226 não é minha, não é de ninguém é do povo timonense, do povo maranhense. Somos somente o instrumento de interligação entre o poder público e o elo para a sua construção, me sinto tão prestigiado quanto o povo que vai ganhar mais esse benefício importante”, salientou o Professor Sétimo.

Desde o dia primeiro de fevereiro de 2007, primeiro ano de seu mandato como deputado federal pelo Maranhão que o Professor Sétimo perseguiu o sonho dos timonenses e dos maranhenses para a construção e pavimentação da BR-226, que naquele ano completava mais de três décadas abandonada sem perspectiva de um dia ser construída ou suas obras retomadas.

A importante BR que interliga quatro estados faltava dentro do território maranhense apenas 100 kilômetros, de Timon à Presidente Dutra, passando pela famosa Estrada do Baú, mais conhecida que a BR-226 por conta do trânsito pesado de milhares e milhões de pessoas que sofreram com a falta de trafegabilidade e com as constantes notícias de mortes por acidentes ocorridos até hoje.

Mas a partir de 2007, o Professor Sétimo passou a perseguir esse sonho acalentado pelos maranhenses ribeirinhos da BR, que enfrentaram até disputa por conta de políticos ligados ao município de Caxias que tinham como premissa de que a construção da BR-226 seria o fim do grande comércio que gira na cidade.

O Professor tinha argumentos ainda maiores para convencer os políticos da necessidade de construção do que restava da BR-226 no Maranhão. E antes mesmo de ser deputado, em campanha política, defendia que sua pavimentação melhoraria, em primeiro lugar, o acesso à Educação superior para milhares de maranhenses, que por não terem grandes centros acadêmicos na região recorriam à capital Teresina, ao invés de São Luiz, para a formação em cursos superiores de medicina, principalmente, e outros cursos oferecidos em faculdades e na universidade federal piauiense, além é claro, defendia o professor, o acesso dos maranhenses, pela BR-226 ao sistema público e privado de saúde do Piauí, que é de excelência atestado pelos grandes centros do sul do país.

Para Sétimo a pavimentação dos 100 kilômetros restantes era importante demais para a população, mas ele queria mais e além da BR-226, conseguiu com sua luta, incluir no orçamento milionário o contorno rodoviário de Timon, interligando a BR-226 à BR-316 para acabar de vez com o tráfego pesado de veículos que ceifou vidas de muitos de seus patrícios em acidentes rotineiros e diários pela área central de Timon.

Com a construção e pavimentação dos 100 kilometros da BR-226 maranhenses terão a distância encurtada em horas. O sofrimento de décadas será levará poucas horas para ser percorrido, a BR não só diminuirá a distância em quilômetros, mas também encurtará os sonhos de muitos maranhenses nela precisavam e precisam percorrer até hoje em busca da sobrevivência e de melhores dias de vida.

Quanto à construção do contorno rodoviário de Timon, já se projeta na cidade, para essa área, um grande boom imobiliário com a construção de condomínios, conjuntos habitacionais, áreas de lazer e outros estabelecimentos, que com certeza virão na mesma projeção, mas isso são decorrências do aspecto principal de sua construção, que é o de livrar a população do grande risco que se tornou a BR-316 projetada e construída dentro área central, impedindo a cidade de crescer e se desenvolver ainda mais, esse é o grande legado deixado pelo Professor Sétimo durante oito anos de mandato, de 2007 a fevereiro de 2015 defendeu, perseguiu e lutou pela sua construção.

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