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Secretário Tião deverá ser o próximo a ser convocado para explicar possíveis ações irregulares no Planejamento

Tião Carlos é acusado de agir sem autorização judicial em caso de desocupação de terras

O secretário comandando a desocupação sem ordem judicial

Os rumores nos bastidores são fortes de que o próximo secretário do prefeito Luciano Leitoa a ser convocado para prestar esclarecimentos na Câmara de Timon será o do Planejamento, o professor universitário Tião Rocha.

O professor deverá prestar esclarecimentos relacionados aos processos de desapropriação de terras, concessão de títulos de direito real de uso e uma ação de desocupação que ele próprio comandou com uso da guarda municipal, tratores e força excessiva, com spray de pimenta contra os invasores e disparo de cases (choque elétrico) e armas de fogo contra os invasores.

Todos esses fatos foram registrados em vídeo e publicados no blogdoribinha e alvo de discursos inflamados pelos vereadores de oposição quem entendem tem argumentos suficientes para convocar o secretário e professor da UFPI Tião Rocha.

Título de posse de terra questionado na Justiça

O secretário juntamente com o prefeito Luciano Leitoa assinaram título de concessão de terras à senhora Maria Diva Monteiro, a desapropriação foi questionada por uma família que se diz verdadeiros proprietários na terra. em sentença pelo Juiz Welliton Carvalho, a área foi devolvida à família e o caso está na justiça com audiência marcada para o próximo dia primeiro de abril.

Sobre essa desapropriação foi aberta CSI na prefeitura para investigar possíveis fraudes em documentos públicos, o relatório da sindicância foi enviada ao juiz que agora deverá ouvir as partes sobre mais esse imbróglio envolvendo irregularidades na gestão do prefeito Luciano Leitoa.

Na próxima semana a secretária de Educação Sebastiana Veloso deverá ser ouvida na Comissão de Educação sobre, entre outros assuntos da pasta, o escândalo que envolve desvio de recursos do Fundef direcionados os transporte escolar alvo de investigação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

 

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