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Veja como está o cenário político atual dos sete vereadores de oposição eleitos em 2016

Dos sete vereadores, Antunes Macedo, é o único que desistiu da disputa em 2020

O blogdoribinha faz hoje uma análise da situação dos sete vereadores de oposição, eleitos em 2016 e que até bem pouco tempo estavam unidos em torno da eleição da Mesa Diretora da Câmara, mas que com aproximar do pleito eleitorais e por questões partidárias e de interesse em garantir suas reeleições ao ascender novos objetivos políticos trabalham nos bastidores a melhor forma de chegar ao poder.

É bom lembrar que quando falamos em oposição eleita em 2016 não relacionamos aqui os cinco vereadores que foram eleitos pela base do prefeito Luciano Leitoa e que mais tarde por ocasião da eleição da mesa da Câmara em 2018, se tornaram adversários políticos do prefeito e fazem oposição a ele na cidade, mas a análise da situação desses cinco dissidentes o blog fará em nova publicação.

Começando pela vereadora do MDB Socorro Waquim, seu partido definiu que ela será a candidata na disputa do cargo de prefeita da cidade. Junto com o MDB, o PSD e o PSL também devem apoiar a ex-prefeita, que terá o apoio dos vereadores de mandato Francisco Torres (MDB) e Raimundo da Ração (a definir o partido após a abertura da janela eleitoral.

O vereador Ramon Junior, do PP, vive um dilema. Seu partido em nível estadual, tem articulação de que em não apresentando candidato a prefeito em Timon, deve seguir a orientação de se juntar aos Leitoas, por isso sua situação está indefinida, pois até o momento o partido, em Timon, não definiu sobre candidatura majoritária, e o vereador deverá, segundo articulação de bastidores, apoiar o Coronel Schinneyder.

Anderson Pego, presidente do PSDB, em Timon aguarda, segundo suas publicações decisão do ex-deputado Alexandre Almeida para definir se fica no partido ou não após conversa em Brasília com o senador e presidente estadual do PSDB no Maranhão Roberto Rocha. O senador, segundo informações já escolheu com quem o partido não ficará em Timon. Anderson pode ir para outro partido e declarar apoio ao Coronel Schinneyder.

Francisco Torres, do MDB, como definimos no início, deverá ficar no partido e apoiar a candidata do partido. As conversações estão bem adiantadas.

Adão Dourado, eleito pelo PR hoje PL, segundo as articulações de bastidores, ele deverá ficar no partido, mas caso conversas de bastidores se concretizem com a ida um outro vereador  para o partido, numa articulação do junto ao deputado federal Paulo Marinho, Adão, segundo informações, na ficará no partido.

Henrique Junior, eleito pelo PTN em 2016, disputou em 2018 candidatura a deputado estadual pelo PMN, teve o mandato, por conta disso, questionado pela Justiça Eleitoral. Espera a janela eleitoral para anunciar sua candidatura a prefeito pelo Podemos.

Antunes Macedo, eleito pelo PSD em 2016, disputou a candidatura de deputado estadual pelo PSD e semana passada fez discurso anunciando que não será mais candidato a vereador. Antunes deverá apoiar seu futuro genro Anderson Pego.

Todas essas afirmações são conjecturas políticas do momento, a partir de 3 de março, quando se inicia o prazo para que vereadores possam mudar de partido, eles terão até o dia 3 de abril para definir que rumo tomarão. Portanto, como política diz em ditado que funciona como as nuvens no céu, a  qualquer momento esse quadro de hoje pode ser alterado.

 

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