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Se não for a tia, será o primo. Luciano Leitoa tem “solução caseira” a indicar para 2020

O prefeito demonstra predileção por Sebastiana, secretária de Educação

Luciano entre os dois parentes. A tia e o primo, um deles será o candidato

Se não for a tia, será o primo. Essas são as opções que o prefeito Luciano Leito têm para apresentar seu substituto na Prefeitura de Timon, em 2020.

A tia, no caso, é a Secretária de Educação Sebastiana Veloso, que em 2012 foi eleita vereadora e não exerceu um dia sequer de seu mandato optando por ser secretária desde 1 de janeiro de 2013 e, em 2016 renunciou ao cargo e não disputou a reeleição ficando na educação até hoje.

A outra opção de candidatura para o prefeito seria o deputado estadual Rafael Leitoa (PDT), que em 2013 assumiu a sub-secretaria de Obras do governo do primo e em 2014 se candidatou a deputado estadual. Ficou na primeira suplência, assumiu a vaga com a convocação de deputados para ocupar secretarias no governo Dino e se tornou titular com a morte de Humberto Coutinho em pleno mandato. Este ano, Rafael Leitoa foi eleito deputado estadual direto.

Por fora, mas por fora mesmo, existe quem aponte nessa briga o nome do secretário de Saúde Márcio Sá. Fora este nome, nenhum outro membro da equipe de governo de Luciano Leitoa ou político-aliado tem ascensão política para tanto nessa disputa caseira.

Mas apesar de haver uma aparente divisão entre os nomes principais e caseiros do grupo Leitoa, a oposição ainda patina com cada partido ou político se interessando pelo cargo de prefeito na disputa em 2020, mas isso é alvo de outro texto que estamos preparando.

Centrando fogo na disputa dentro do governo, o prefeito Luciano Leitoa e, isso não é segredo, demonstra que a secretária Sebastiana poderá ser a escolhida. Primeiro, na avaliação do prefeito que não tem perdido tempo para elevar o nome de sua secretária, inclusive com informação desencontradas para torná-la viável para o cargo sem sombra de dúvidas. Segundo, a escolha da secretária recai por questões de afinidade pessoal do prefeito com seu tio, o Toinho, marido da secretária, por quem o prefeito tem uma grande amizade e muito mais que apreço.

Rafael Leitoa seria, até por imposição, a bola da vez. Técnico e Político, reeleito, e grande xodó de Chico Leitoa, ex-prefeito e grande incentivador do rapaz em sua vida toda, desde o tempo dos estudos e formação na mesma profissão de engenheiro até hoje com sua grande ascensão política reconhecida poderia ser o candidato sem passar pelo crivo de disputa interna.

Ao demonstrar sua predileção pela tia, – Luciano em dois eventos, na festa dos professores e na visita do secretário nacional da Juventude deixou escapar esse desejo -, o prefeito começa a criar dentro do governo e do grupo Leitoa um clima de amenidades na disputa, pois é dentro do governo que o prefeito tem imposto seus gostos e desejos políticos, embora dentro do grupo político suas decisões tenhas reflexos. Basta observar a eleição passada, quando o prefeito apoiou o candidato a deputado federal Bira do Pindaré (PSB) e parte de seu grupo, e não do governo, resolveu declarar apoio a Rubens Junior (PCdoB), que mesmo assim divididos conseguiram lograr êxito na eleição de ambos, com uma ajuda substancial de Timon.

Mas para a eleição municipal é diferente, pois tanto os que defendem Rafael quanto os que desejam Sebastiana dentro do seio da família Leitoa, na hora da decisão o que vai prevalecer é o poder e a Prefeitura de Timon, que continua sendo a bala na agulha para o disparo e alvos dos projetos políticos futuros do grupo. Afinal de contas, em 2020, Luciano Leitoa ficará sem cargos eletivos, mas com certeza não ficará desempregado, mas de jeito nenhum abrirá mão do único poder de fogo que hoje possui e da galinha dos ovos de ouro para conseguir novos mandatos eleitorais.

A partir de então….

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