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Fórum de Timon apresenta relatório de atividades e propostas para eficientizar ações da justiça

Juizes e imprensa trataram de assuntos para melhorar as ações e troca de informações

O Juiz Simeão Pereira e Silva, da Vara da Infância e Juventude, reuniu, hoje, 14, na condição de diretor do Fórum de Timon, a imprensa para apresentar dados do relatório de atividades juridiscionais executados pela Justiça de Timon no ano de 2018, sob sua gestão.

O evento contou com a presença de boa parte dos juízes que integram as unidades do fórum, além da presença do desembargador Raimundo Barros, do Tribunal de Justiça do Maranhão, que de passagem por Timon disse que não poderia deixar de prestigiar um evento onde os juízes participam de uma prestação de contas envolvendo profissionais da imprensa. Ele definiu como positiva à iniciativa do diretor do Fórum acrescentando que juízes, hoje, também seus gestores e tem o dever de prestar contas de suas atividades.

Durante o evento, os juízes presentes: Raquel Araújo Castro Teles de Menezes, 1a Vara Cível, Susi Ponte de Almeida, 2a Vara Cível; Weliton Sousa Carvalho, Vara da Fazenda Pública; Rogério Monteles da Costa, 1a Vara Criminal; Francisco Soares Reis Júnior, 2a Vara Criminal; José Elismar Marques, Vara de Execuções Penais e Josemilton Silva Barros, Juizado Especial Cível e Criminal fizeram uma explanação sobre suas atividades de acordo com os números apresentados num painel com o relatório sobre as atividades. Também estiveram presentes o comandante do 11º Batalhão da PM de Timon, O tenente-coronel Hormann Schnneyder e a presidente da Seccional da OAB-Timon Fernanda Castro.

Os profissionais de imprensa presentes elogiaram a iniciativa do judiciário timonense em avançar neste processo de interação com a imprensa, principal de vetor de transmissão das informações para a sociedade.

Dentro de um projeto de novas propostas no âmbito social de intervenção junto a comunidade principalmente na questão da violência infanto juvenil, o juiz Simeão Pereira e Silva falou a implantação do projeto “Capitães de Areia”, que inspirado na obra do escritor Jorge Amado O objetivo do Projeto Capitães de Areia é fortalecer a execução de medidas socioeducativas de semiliberdade e em meio aberto – de liberdade assistida e de prestação de serviços à comunidade – aplicadas a adolescentes em conflito com a lei, pela Vara da Infância e Juventude da comarca de Timon, através da articulação das instituições do Sistema de Atendimento Socioeducativo, como a Casa de Semiliberdade da Região dos Cocais, mantida pela Fundação da Criança e do Adolescente – FUNAC, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social-SEMDES e Centro de Referência
Especializado em Assistência Social – CREAS, com o 11º Batalhão de Polícia Militar, Sistema de Justiça – Vara da Infância e Juventude da comarca de Timon, Ministério Público Estadual e Defensoria Pública Estadual – e Sistema de Garantias de Direitos da Criança e do Adolescente – Conselho Tutelar, Centro de Atenção Psicossocial-CAPS, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Saúde, Coordenadoria da Juventude do Município de Timon e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O juiz Rogério Monteles, da 1ª Vara Criminal, apresentou o projeto do Ministério da Justiça, que visa uma intermediação das causas relacionados ao direitos do consumidor sem precisar necessariamente que os cidadãos recorram à Justiça, deixando que ela cuida das situações mais complexas e assim possa atender ainda mais e à contento a grande demanda no judiciário. Monteles fez uma explanação do tempo em que a justiça passa para julgar causas simples, onde através do site de conciliação http://consumidor.gov.br, quand o tempo para um acordo extrajudicial não levaria mais que dez dias, enquanto que a mesma causa, com os prazos judiciais, uma causa poderá levar anos.

“Policia prende e justiça solta”

Para desmistificar o discurso muito batido nos meios policiais, principalmente com declarações policialescas de que a “polícia prende e justiça solta”, o Juiz Josemilton Silva Barros, explicou que não dois ângulos que devem ser observados, pois a justiça não solta nenhum preso caso sua prisão tenha sido efetuada dentro da lei, com todos os direitos que o ato de prisão requer, mas enfatizou que, se fosse cumpridos os mandados de prisão, distribuídos para seu cumprimento a quem realmente deveria está preso, em Timon, principalmente, deveriam ser construídos novos presídios.

 

 

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Comentários

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1 pensou em “Fórum de Timon apresenta relatório de atividades e propostas para eficientizar ações da justiça”

  1. JUIZADO PRECISA MELHORAR MUITO; HÁ AÇÕES ROLANDO COM PRIORIDADE NO POLO ATIVO, QUE SOMAM MAIS DE 4 ANOS SEM RESULTADO ALGUM. SEQUER COM INTIMAÇÕES. AÇÕES CONTRA A OPERADORA OI TELECOMUNICAÇÕES.
    TORÇAMOS A DEUS QUE TUDO MELHORE ESTE ANO.

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